Obrigado, grande Aldir

Vou falar que eu amo demais Aldir Blanc e pra mim é como um parente daqueles que você ama, admira e se espelha. Uma vida inteira próximo das suas letras, músicas, crônicas, contos, sempre me identificando demais.
Todo mundo morre, todos encaram a “resposta ao tempo”, mas no caso do Aldir bem que podia ser mais pra frente um cadinho, né… Justo nesse momento a gente anda precisando demais da tal “esperança equilibrista” e olhares como o dele pra vida fazem falta demais agora. No mais é isso: seus versos vão viver eternamente no coração do povo, mesmo de quem não sabe a autoria das tantas músicas que têm a mão dele na assinatura.
Se eu fosse você parava o que tivesse fazendo agora e assistia esse filme aí, uma cinebiografia sobre o cara, onde transborda muito amor, música e brasilidade.
À mente dezenas de versos vindo pra homenagear o cara, mas fico com esses aqui de Querelas do Brasil, que ficou imortalizado na voz da Elis Regina e que radiografa um dos aspectos mais sombrios de nossa desgraça política.

“O Brazil não conhece o Brasil
O Brazil não merece o Brasil
O Brazil tá matando o Brasil”

Aqui no momento seco por uma gelada, mas assim que abrir uma próxima, espero que ainda hoje, é certo um brinde espiritual pra o grande Aldir Blanc eterno


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